quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Texto e subtexto



 Jerzy Skolimowski
Jerzy Skolimowski is a Polish film director, screenwriter, dramatist and actor. A graduate of the prestigious National Film School in Łódź, Skolimowski has directed more than twenty films since his 1960 début Oko wykol. Wikipedia

Jerzy Skolimowski: Eyes Wide Open, by Bruce Hodsdon
http://sensesofcinema.com/2003/great-directors/skolimowski/

  • quarta-feira, 9 de outubro de 2013

    Diálogos

    ANIKI-BOBÓ (1942), Manoel de Oliveira

    Ver de 1'50" a 2'40":


    Mudar de vida (1966), Paulo Rocha


    Domingo à tarde (1966), António de Macedo 

    O cerco (1970), António da Cunha Telles


    Pedro Só (1971), Alfredo Tropa

    O passado e o presente (1971), Manoel de Oliveira


    Uma Abelha na Chuva (1972), Fernando Lopes


    Cartas na mesa (1973), Rogério Ceitil


    O Mal-amado (1974), Fernando Matos Silva



    Meus amigos (1974), António da Cunha Telles



    A Divina Comédia (1991), Manoel de Oliveira

    A CAIXA (1992), Manoel de Oliveira

    Curtas-metragens (2)

    La Récréation/ The Breaktime (1972), Abbas Kiarostami

                   

    Gare du Nord (1964), de Jean Rouch

     Continuação:
     

    quarta-feira, 2 de outubro de 2013

    "The Basic Story", segundo Hollywood

    O argumento em 3 actos


    How to Establish Conflict in a Movie Script: http://www.youtube.com/watch?v=P2nAOKHmZpM

    Argumento, segundo Kiarostami

    Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami

    O argumento:
    «Eu não costumo escrever os meus guiões da maneira como habitualmente são escritos os argumentos. A minha primeira ideia sobre uma intriga não é mais do que meia página. Depois desenvolvo isto para 3 páginas, e por essa altura sei se o filme pode ser feito. E tomo a minha decisão sobre se o filme pode ser feito com base nestas 3 páginas. É claro que não era assim no início da minha carreira. Só faço isto desde que já não tenho que submeter um argumento a um produtor ou ao Ministério da Cultura. Agora, tanto um como o outro sabem já que é praticamente impossível para mim manter-me fiel ao argumento escrito. Eu só me mantenho fiel à ideia original do filme. Mas mesmo disso não posso ter a certeza.»

    «Se dermos diálogos escritos a não-actores, eles acabam por dizê-los palavra a palavra, e se isso acontecer os não-actores tornam-se verdadeiros actores. Mas para este tipo de filme, não-actores devem permanecer não-actores. Outra coisa importante é que quando escrevemos, cuidamos a gramática. Mas a língua falada nem sempre segue as regras de gramática. As regras de gramática devem ser quebradas. Isto produz diálogos naturais de acordo com a cultura da pessoa que fala. Como disse, não escrevo argumentos exactos. É no processo de filmagem e produção que as alterações diárias vão gradualmente modelando o filme. E o argumento toma forma à medida que o filme vai sendo feito.»

    Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami

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    Ten (2002), Abbas Kiarostami



    O assunto:

    «O assunto de Ten é baseado na vida do dia-a-dia. Certamente muitos espectadores sérios e vários críticos acharão que o assunto é aborrecido. Não surpreende que o cinema esteja cativo da necessidade natural de contar histórias. Nós estamos acostumados, ou fomos acostumados, a só aceitar a realidade dentro do quadro de uma história, de forma que seja excitante ou comovente. Este é o velho estilo de narração usado por Sherezade nos seus contos para o rei que costumava matar os convidados. Mas eu não acredito que o trabalho de cineasta seja excitar ou comover o espectador, só para criar momentos especiais. Mostrar simplesmente a realidade pode fazer as pessoas pensarem nos seus próprios actos e comportamentos e nos dos outros. E ver e aceitar a realidade como ela é. (...) Esta é a principal diferença entre este tipo de cinema e o de Hollywood. Neste tipo de cinema o assunto mais importante é: os seres humanos e suas almas.»


    O Pão e a Rua (1970), Abbas Kiarostami

                    (Versão original muda)

    terça-feira, 24 de setembro de 2013

    Histórias curtas

    Morangos Silvestres (1957) – Ingmar Bergman



    O Estado das Coisas (1982) – Wim Wenders



    A Divina Comédia (1991) – Manoel de Oliveira

    Curtas-metragens