sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Tempo



Paris vu par... (1965)

Jean Rouch, Gare du Nord :



Início: http://www.youtube.com/watch?v=ca46VETqpEQ


Jean- Daniel Poullet, Rue Saint Denis :





THE COLLECTION (2001-2005), BRUNO DE ALMEIDA




Caché / Nada a Esconder (2005), Michael Haneke


quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Festivais



IX Concurso de Vídeo do Barreiro 2010

PRAZO DE ENTREGA: 22 de Fevereiro de 2010

O tema é livre. O concurso está aberto à participação de jovens, com idades compreendidas entre os 14 e os 35 anos. São admitidos, a concurso, vídeos com a duração máxima de 20 minutos.

FEST 2010


INSCRIÇÕES ABERTAS
PRAZO DE ENTREGA: 12 de Março de 2010

Selecção Oficial FEST 2010
«A selecção Oficial aceita obras realizadas por realizadores até aos 30 anos de idade. A secção aceita obras sem descriminação de duração e género. O Premio Especial FEST2009 tem uma especificidade muito própria: destina-se apenas a obras nacionais. Uma escolha estratégica já que um dos grandes desígnios do FEST ser a promoção dos novos realizadores Portugueses.»


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Ponto de vista (documentário)

Les Glaneurs et La Glaneuse (2004) Agnes Varda




El cielo gira (2004)Mercedes Álvarez




O Pesadelo de Darwin (2004), Hubert Sauper

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Ponto de vista


Strangers on a Train (1951), Alfred Hitchcock


Rear Window (1954),
Alfred Hitchcock


Rear Window: The Kiss




Viaggio in Italia (1954), Roberto Rossellini



Mademoiselle (1966), Tony Richardson


Alice in the Cities (1974), Wim Wenders



Lisbon Story (1994), Wim Wenders



sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Personagem

Era uma vez um melro cantor (1970), Otar Iosseliani

Asas do Desejo / O céu sobre Berlim (1987), Wim Wenders


Ten (2002), Abbas Kiarostami



sábado, 5 de dezembro de 2009

5 Planos + Diálogo B


Sandro



Sandro


O original:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O assunto e o argumento, segundo Kiarostami


O assunto:

«O assunto de Ten é baseado na vida do dia-a-dia. Certamente muitos espectadores sérios e vários críticos acharão que o assunto é aborrecido. Não surpreende que o cinema esteja cativo da necessidade natural de contar histórias. Nós estamos acostumados, ou fomos acostumados, a só aceitar a realidade dentro do quadro de uma história, de forma que seja excitante ou comovente. Este é o velho estilo de narração usado por Sherezade nos seus contos para o rei que costumava matar os convidados. Mas eu não acredito que o trabalho de cineasta seja excitar ou comover o espectador, só para criar momentos especiais. Mostrar simplesmente a realidade pode fazer as pessoas pensarem nos seus próprios actos e comportamentos e nos dos outros. E ver e aceitar a realidade como ela é. (...) Esta é a principal diferença entre este tipo de cinema e o de Hollywood. Neste tipo de cinema o assunto mais importante é: os seres humanos e suas almas.»


Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami

O argumento:
«Eu não costumo escrever os meus guiões da maneira como habitualmente são escritos os argumentos. A minha primeira ideia sobre uma intriga não é mais do que meia página. Depois desenvolvo isto para 3 páginas, e por essa altura sei se o filme pode ser feito. E tomo a minha decisão sobre se o filme pode ser feito com base nestas 3 páginas. É claro que não era assim no início da minha carreira. Só faço isto desde que já não tenho que submeter um argumento a um produtor ou ao Ministério da Cultura. Agora, tanto um como o outro sabem já que é praticamente impossível para mim manter-me fiel ao argumento escrito. Eu só me mantenho fiel à ideia original do filme. Mas mesmo disso não posso ter a certeza.»

«Se dermos diálogos escritos a não-actores, eles acabam por dizê-los palavra a palavra, e se isso acontecer os não-actores tornam-se verdadeiros actores. Mas para este tipo de filme, não-actores devem permanecer não-actores. Outra coisa importante é que quando escrevemos, cuidamos a gramática. Mas a língua falada nem sempre segue as regras de gramática. As regras de gramática devem ser quebradas. Isto produz diálogos naturais de acordo com a cultura da pessoa que fala. Como disse, não escrevo argumentos exactos. É no processo de filmagem e produção que as alterações diárias vão gradualmente modelando o filme. E o argumento toma forma à medida que o filme vai sendo feito.»


Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami