sábado, 5 de novembro de 2011

Ciclo de cinema "Teatro no Cinema"

Quartas às 17h30 na ESAD: http://cadernospar.blogspot.com/2011_10_01_archive.html



CICLO DE CINEMA E DEBATE 2011-2012


O PAR escolheu o tema “O Teatro no Cinema” para o Ciclo de Cinema e Debate deste ano.
Convidam-se todos os docentes e estudantes a assistirem à exibição dos filmes selecionados e a participarem no debate que se segue, orientado pelos docentes mencionados.


Dogville (Lars von Trier) 09/11
- Prof. Luísa Arroz

A caixa (Manoel de Oliveira) 16/11
- Prof. Leonor Areal

Throne of blood (Akira Kurosawa) 23/11 
- Prof. Pedro Ferreira


“film” (Beckett) 25/11
- Prof. Diogo Saldanha e Prof. Tomás Maia


A corda (Hitchcock) 30/11 
- Prof. David Santos 

Os filmes serão projetados no Auditório do EP1 a partir das 17:30h, 
com exceção de “film” que passará no dia 25  às 10:30h.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Mini-história do documentário (2)


Almadraba Atuneira (1961), António Campos


Pour la Suite du Monde (1962), Pierre Perrault e Michel Brault (em francês)

(ver cerco aos golfinhos brancos aos 48’)

Belarmino (1964), Fernando Lopes


CINEMA DIRECTO: Richard Leacock (entrevista)

Jazz Dance (1954), Roger Tilton
Primary (1960), Robert Drew

What's Happening! The Beatles in the USA (1964), Albert Maysles, David Maysles


Titicut Follies (1967), Frederick Wiseman

Salesman (1968), Albert Maysles, David Maysles, Charlotte Zwerin


Black Panthers (1968), Agnès Varda




Torrebela (1977), Thomas Harlan

Reportagem:

Grândola Vila Morena:

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Mini-história do documentário (1)

Nanook of the North Nanook (1922), Robert Flaherty


caça à morsa: 3'40"



caça à foca: 5'40"



hora de dormir: 1'07"

KINOPRAVDA (1922), Dziga Vertov



Berlin, Sinfonia de uma grande cidade (1927), Walter Ruttman


Douro, faina fluvial (1931), Manoel de Oliveira. Versão sem som.



(Sobre a versão original com música de Luís de Freitas Branco: http://www.labcom.ubi.pt/cinubiteca/pdf/planocorte29.pdf)

Las Hurdes, Tierra Sin Pan (1933), Luis Buñuel

Night Mail (1936), Harry Watt, Basil Wright


Produção de John Grierson

Tierra de España (1937), Joris Ivens


Nuit et Brouillard (1955), Alain Resnais
http://www.youtube.com/watch?v=Qt1tu4igqnk (em francês)

Legendado em espanhol :



3 : http://www.youtube.com/watch?v=eOzjBnIScj4
4 : http://www.youtube.com/watch?v=-mRm4IRsU94
5 : http://www.youtube.com/watch?v=SAS2z4zD09s
6 : http://www.youtube.com/watch?v=ziMnjudm5AQ
7 : http://www.youtube.com/watch?v=nU0AnbKK-as

Les Maîtres Fous (1955), Jean Rouch

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Eisenstein

O Couraçado de Potemkin (1925)http://www.archive.org/details/BattleshipPotemkin?start=2879.5

Alexander Nevsky (1938)



Cinema mudo (mas não surdo)

Burlesco
Buster Keaton, perseguição:












Outros: http://realizassoes.blogspot.com/2009/11/buster-keaton-perseguicao-general-1927.html


Expressionismo

The Cabinet of Dr. Caligari (1919), Robert Wiene



Aurora (1927), Murnau


Construtivismo


O Homem da Câmara (1929), Dziga Vertov

Com sonorização “hiperrealista”: http://www.youtube.com/watch?v=zyFfLtCgZeM

Vanguardas

Futurismo

«Movimento artístico e literário que teve origem no início do século XX, antes da Primeira Guerra Mundial, e que se desenvolve na Europa, sobretudo em Itália, com os trabalhos de F. T. Marinetti», mas também noutros países tão distantes como a Rússia ou Portugal.
http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=223&Itemid=2

Construtivismo






«O Construtivismo Russo foi um movimento estético-político iniciado na Rússia a partir de 1919, como parte do contexto dos movimentos de vanguarda no país, de forte influência na arquitetura e na arte ocidental

«A arte torna-se instrumento de transformação social, participa da reconstrução do modo de vida e da “revolucionarização” da consciência do povo.»
«Os artistas construtivistas acreditavam, portanto, que um novo mundo tinha nascido e que o artista devia ocupar seu lugar ao lado do cientista e do engenheiro. Eles elogiavam as formas simples e viam na geometria - áreas uniformes de cores puras – uma objetividade própria com novos significados e novas formas.»


Formalismo 


«Corrente de crítica literária que se desenvolveu na Rússia a partir de 1914, sendo interrompida bruscamente em 1930, por decisão política.» 

«Os formalistas russos são responsáveis por uma renovação da metalinguagem crítica, fornecendo novos termos de análise do texto literário, discutíveis individualmente, sem dúvida, mas que constituem ainda hoje objecto de reflexão e discussão, o que prova a sua importância. Muitos dos temas teóricos escolhidos para investigação nunca antes haviam sido discutidos: as funções da linguagem, em particular a relação entre a função emotiva e a função poética (Roman Jakobson), a entoação como princípio constitutivo do verso (B. Eikhenbaum), a influência do metro, da norma métrica, do ritmo quer na poesia quer na prosa (B. Tomachevski), a estrutura do conto fantástico (V. Propp), a metodologia dos estudos literários (J. Tynianov), etc. De entre os conceitos e discussões técnicas sobre terminologia literária (discutidos individualmente neste Dicionário) são de realçar a noção de literariedade ou literaturnost (o que faz com que um texto literário seja considerado literário; de notar que os formalistas ignoraram as formas não literárias, servindo-se apenas delas para mostrar precisamente que o que distingue um texto literário de um não literário é a literariedade); o estranhamento ou ostranienie, que Shklovsky define como a forma que a arte tem de tornar “estranho” aquilo que tem uma existência comum nascido de um processo de automatização (processo que se confunde com a banalização do objecto de arte, que só por um outro processo de renovação poderá proceder a um renascimento da arte); o predomínio da forma sobre o conteúdo do texto literário, porque é a forma que determina verdadeiramente a literariedade; e as noções de fabula e sjuzhet, como princípios constitutivos o texto em prosa (a fabula é o material primitivo de onde nascerá a narrativa, organizada em torno de uma trama ou sjuzhet, elemento puramente literário, que não se confude com a narração cronológica dos acontecimentos, mas é antes uma espécie de estranhamento narrativo da fabula).»
in http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=212&Itemid=2

Dada


«Movimento artístico e literário com um pendor niilista, que surgiu por volta de 1916, em Zurique, acabando por se espalhar por vários países europeus e também pelos Estados Unidos da América.» 

«O movimento Dada (os seus fundadores recusam o termo Dadaísmo já que o ismo aponta para um movimento organizado que não é o seu) surge durante e como reacção à I Guerra Mundial. Os seus alicerces são os da repugnância por uma civilização que atraiçoou os homens em nome dos símbolos vazios e decadentes. Este desespero faz com que o grande objectivo dos dadaístas seja fazer tábua rasa de toda a cultura já existente, especialmente da burguesa, substituindo-a pela loucura consciente, ignorando o sistema racional que empurrou o homem para a guerra. Dada reivindica liberdade total e individual, é anti-regras e ideias, não reconhecendo a validade, nem do subjectivismo, nem da própria linguagem.»
in http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=702&Itemid=2


Ballet mecanique (1924) Fernand Leger & Dudley Murphey 
Versão original (?): Music by George Antheil: http://www.youtube.com/watch?v=tigiuKpPvYA&feature=related


Surrealismo


«Este movimento desejou revolucionar a vida através da arte, aceitando e alimentando as manifestações do inconsciente, da loucura, do desregramento dos sentidos, da anulação de fronteiras entre o sonho e a realidade.»
«Alguns autores consideram que o seu aparecimento coincide, em linhas gerais, com o fim da primeira guerra mundial, e o desaparecimento com o desencadear da segunda. No entanto, o movimento não se pode delimitar entre as duas guerras, ainda que o ambiente posterior seja radicalmente diferente do de antes da guerra.»
in http://www.edtl.com.pt/index.php?option=com_mtree&task=viewlink&link_id=311&Itemid=2





Un Chien Andalou (1929), Luis Buñuel & Salvador Dali