Caché / Nada a Esconder (2005), Michael Haneke
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Personagem
Viaggio in Italia (1954), Roberto Rossellini
Cul-de-Sac (1966), Roman Polanski
Era uma vez um melro cantor (1970), Otar Iosseliani
Asas do Desejo / O céu sobre Berlim (1987), Wim Wenders
Ten (2002), Abbas Kiarostami
Etiquetas:
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Polanski,
Rossellini,
Wenders
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Concurso Toma lá Arte
As inscrições estão abertas até dia 30 de Novembro a todos os estudantes de todas as escolas, e inclui todo o tipo de trabalhos, quer de âmbito escolar, quer de âmbito profissional.
Categorias:
Curta-Metragem de Ficção
Curta-Metragem de Animação
Videoclip
Vídeo Experimental/Vídeo Arte
Spot Publicitário
Documentário/Reportagem
Fotografia
Fotomontagem
Desenho/Ilustração/Pintura
Escultura
Música
http://www.facebook.com/tomalaarte?v=app_4949752878http://www.tomalaarte.pt.vu/
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Short stories
A Divina Comédia (1991) – Manoel de Oliveira
O Estado das Coisas (1982) – Wim Wenders
Morangos Silvestres (1957) – Ingmar Bergman
O assunto e o argumento, segundo Kiarostami
O assunto:
«O assunto de Ten é baseado na vida do dia-a-dia.
Certamente muitos espectadores sérios e vários críticos acharão que o assunto é
aborrecido. Não surpreende que o cinema esteja cativo da necessidade natural de
contar histórias. Nós estamos acostumados, ou fomos acostumados, a só aceitar a
realidade dentro do quadro de uma história, de forma que seja excitante ou
comovente. Este é o velho estilo de narração usado por Sherezade nos seus
contos para o rei que costumava matar os convidados. Mas eu não acredito que o trabalho
de cineasta seja excitar ou comover o espectador, só para criar momentos
especiais. Mostrar simplesmente a realidade pode fazer as pessoas pensarem
nos seus próprios actos e comportamentos e nos dos outros. E ver e aceitar a
realidade como ela é. (...) Esta é a principal diferença entre este tipo de
cinema e o de Hollywood. Neste tipo de cinema o assunto mais importante é: os
seres humanos e suas almas.»
Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami
O argumento:
«Eu não costumo escrever os meus guiões da maneira como
habitualmente são escritos os argumentos. A minha primeira ideia sobre uma intriga não é mais do que meia página. Depois desenvolvo isto para 3 páginas, e
por essa altura sei se o filme pode ser feito. E tomo a minha decisão sobre se
o filme pode ser feito com base nestas 3 páginas. É claro que não era assim no
início da minha carreira. Só faço isto desde que já não tenho que submeter um
argumento a um produtor ou ao Ministério da Cultura. Agora, tanto um como o
outro sabem já que é praticamente impossível para mim manter-me fiel ao
argumento escrito. Eu só me mantenho fiel à ideia original do filme. Mas mesmo
disso não posso ter a certeza.»
«Se dermos diálogos escritos a não-actores, eles acabam por
dizê-los palavra a palavra, e se isso acontecer os não-actores tornam-se
verdadeiros actores. Mas para este tipo de filme, não-actores devem permanecer
não-actores. Outra coisa importante é que quando escrevemos, cuidamos a
gramática. Mas a língua falada nem sempre segue as regras de gramática. As
regras de gramática devem ser quebradas. Isto produz diálogos naturais de
acordo com a cultura da pessoa que fala. Como disse, não escrevo argumentos exactos. É no processo de
filmagem e produção que as alterações diárias vão gradualmente modelando o
filme. E o argumento toma forma à medida que o filme vai sendo feito.»
Ten on Ten (2004), Abbas Kiarostami
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"The Basic Story", segundo Hollywood
O argumento em 3 actos
How to Establish
Conflict in a Movie Script: http://www.youtube.com/watch?v=P2nAOKHmZpM
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